Carro Elétrico
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Rolls-Royce Phantom 100 Anos: Celebrando a Lenda do Rock and Roll

Amanhã, Keith Moon, o lendário baterista do The Who, completaria 79 anos. Moon não é apenas lembrado por sua energia explosiva na música, mas também por protagonizar uma das anedotas mais famosas e iconoclastas da história do rock and roll: a alegação de que ele dirigiu um Rolls-Royce Phantom diretamente para uma piscina durante uma de suas festas extravagantes. Embora a veracidade completa da história ainda seja objeto de debate e mitos, ela capturou perfeitamente a essência da persona imprevisível e extravagante de Moon, solidificando seu lugar na cultura pop como um símbolo de rebeldia e excesso.

Essa lenda não só destaca a figura ímpar de Keith Moon, mas também a relação peculiar que o Rolls-Royce Phantom estabeleceu com o mundo do rock and roll. O Phantom, um emblema de luxo supremo, sofisticação e engenharia britânica, paradoxalmente se tornou um veículo preferencial para artistas que desejavam fazer uma declaração – seja de sucesso opulento ou de uma irreverência desafiadora. Ao longo de seus cem anos de existência, o Rolls-Royce Phantom tem sido mais do que apenas um automóvel; ele se tornou um ícone cultural, testemunhando e, por vezes, participando das histórias mais loucas do século passado.

Este ano, o Rolls-Royce Phantom celebra um centenário de sua criação, marcando uma jornada notável desde sua estreia. Para comemorar essa longevidade e seu legado inconfundível, que inclui sua ligação com o espírito selvagem do rock, uma instalação artística notável foi criada no histórico Tinside Lido, em Plymouth. A imagem que acompanha esta matéria mostra uma impressionante recriação de um Rolls-Royce Phantom submerso na piscina do Tinside Lido. Esta instalação não é apenas uma homenagem visual à estética imponente do carro, mas também uma referência direta à infame história de Keith Moon e à forma como o Phantom, apesar de sua seriedade e prestígio, foi adotado e subvertido por figuras excêntricas do mundo da música.

A recriação no Tinside Lido serve como um tributo à capacidade do Phantom de transcender sua função original e se tornar um objeto de arte e provocação. Ela celebra a fusão entre a engenharia de ponta e a cultura popular, onde um símbolo de status pode ser transformado em um manifesto de liberdade e irreverência. A história de Keith Moon, embora talvez exagerada ao longo dos anos, encapsula perfeitamente a ideia de que, para algumas personalidades do rock, o limite não existia, e nem mesmo um Rolls-Royce estava a salvo de suas travessuras lendárias.

Assim, ao celebrar os 100 anos do Phantom, não celebramos apenas um feito automotivo, mas também um século de histórias, lendas e sua indelével conexão com a música e a cultura que ousou desafiar as convenções. O Rolls-Royce Phantom continua a ser um veículo de sonhos e de mitos, e sua história com o rock and roll é uma prova de que a verdadeira lenda nunca se conforma.

Publicado originalmente por https://www.bmwblog.com